Em seu mais recente relatório de segurança, a Microsoft divulgou dados a respeito de infecção e ataques a computadores em todo o mundo.

O Brasil aparece com um dos países com maior número de computadores infectados: a cada mil máquinas, entre 26 e 31 estão infectadas.

A Rússia também aparece mal, com um número de 13 a 17 máquinas a cada mil computadores. Os Estados Unidos possuem entre sete e dez e Reino Unido, com um dos mais baixos índices, entre três e cinco.

O relatório também apontou tendências de ataque nos diferentes países. Nos Estados Unidos, Reino Unido, França e Itália, os cavalos de tróia foram a maior categoria de ameaça. Na China, ameaças a browsers específicos do país eram maioria.

Já no Brasil, ataques visando transações bancárias foram os mais detectados. Na Espanha e Coréia, os vermes eram as maiores ameaças, especialmente por causa de games online.

Filled Under: Sem categoria

O iPhone foi lançado na China neste fim de semana, o que vai permitir que os cidadãos do país mais populoso do mundo possam comprar o produto em larga escala em lojas do próprio país, divulgou o site MacWorld.

O governo chinês tem organizado sua própria rede wireless, que críticos sugerem que seja usada para rastrear usuários para censura. Como resultado, a versão chinesa do iPhone não usa Wi-Fi.

“Haverá uma percepção de que o celular que eles têm é inferior em relação ao que alguém pode ter na Califórnia”, diz Duncan Clark, presidente da empresa de tecnologia BDA China. “Haverá competição com iPhones desbloqueados vindos do exterior que possuem WiFi”.

A China Unicom, a segunda maior operadora do país depois da China Mobile, vende duas versões do iPhone, sob um contrato de três anos, diz o site da Cnet.

Mas o preço pode ser um obstáculo: varia de 4.999 yuan (cerca de US$ 732) para o modelo 3G de 8GB; para 6.999 yuan (cerca de US$ 1.025) para o modelo 3G com 32GB. Mesmo com vendas modestas, a Apple espera bom resultado no país, devido aos seus 1,3 bilhão de habitantes.

Havia rumores de uma parceria da Apple, que produz o produto, com a China, desde 2007, quando o iPhone foi lançado nos EUA –o mercado brasileiro recebeu o produto em 2008.

O produto já era encontrado desde 2008 em regiões administrativas especiais da China, como Hong Kong e Macau.

Filled Under: Apple, Mundo

windows-7

Antes mesmo do seu lançamento, o sistema operacional Windows 7 já era encontrado na rua Santa Ifigênia, paraíso dos eletrônicos (e pesadelo dos fabricantes) localizado no centro de São Paulo.

Numa faixa de três quarteirões da via, entre a avenida Duque de Caxias e a rua Vitória, a reportagem identificou sete ambulantes que vendiam o software da Microsoft na tarde de ontem, algumas horas antes do sistema “oficial” chegar às gôndolas brasileiras. O sistema operacional era vendido ao preço padrão de softwares pirateados: entre R$ 10 e R$ 15.

“Ele é levinho, roda bem”, afirmou o primeiro ambulante consultado. “Pesa [no computador] menos que o Vista”. Outro ambulante disse à reportagem que o sistema operacional “custava o mesmo preço do Vista, era pegar ou largar”.

Os preços do novo sistema da Microsoft no Brasil variam entre R$ 329 (versão Home Basic) e R$ 669 (Ultimate). O sistema requer um processador de 1 GHz, além de 1 Gbyte de memória RAM e 16 GBytes de espaço em disco disponíveis, no mínimo.

A Microsoft nega que os preços sejam abusivos e, com isso, estimulem ainda mais a compra de cópias piratas. “Acho [o preço] bastante razoável, se você levar em conta que o sistema operacional, em média, custa 10% do preço do computador”, explica Osvaldo Barbosa, diretor geral de consumo e on-line da Microsoft Brasil.

Os executivos da companhia prometem que este novo sistema trará dor de cabeça para quem vende e compra a versão “paralela”. “O consumidor que comprar o pirata não terá todos os updates, o que deixa o computador aberto para perder informações”, resume Priscyla Alves, gerente de Windows da Microsoft Brasil.

Sobre as vendas do novo sistema na rua Sta. Efigênia, Barbosa explica que os camelôs “fizeram algum código que altera o Windows, mas muitas dessas cópias nem passam pela validação”, ou seja, não chegam a ser instaladas.

“Se você conseguir instalar, em um determinado momento as novas tecnologias do Windows 7 vão mostrar que não se trata de um genuíno, e a experiência do usuário será comprometida”, diz.

Pirataria

De acordo com uma pesquisa divulgada em maio deste ano, o Brasil ocupa o 9º lugar na lista de países cuja pirataria de softwares provoca maior dano financeiro, com um prejuízo direto total de R$ 1,645 bilhão. Na América Latina, embora mantenha a segunda menor taxa de pirataria de software, o país é líder em perdas financeiras -os prejuízos na região, segundo a BSA, totalizam US$ 4,311 bilhões.

Depois do Brasil aparecem México (US$ 823 milhões), Venezuela (US$ 484 milhões) e Argentina (US$ 339 milhões). A região figura como segunda maior pirata do mundo, com 65% de programas ilegais, atrás apenas do Centro-Leste Europeu, com 67% de produtos pirateados.

No mundo, o país que mais pirateia é a Geórgia, cujo índice de produtos ilegais chega a 95%. Os Estados Unidos são o país que menos pirateia, com um total de 20% de cópias ilegais, de acordo com o mesmo levantamento.

panasonic-dmc-gf1-back-580

Quando a Panasonic e a Olympus se uniram para desenvolver o sistema micro-quatro-terços, a promessa era a criação de uma nova linha tecnológica de câmeras com alta qualidade de imagem com tamanho e peso reduzidos. Com o tempo, ficamos sabendo que esse sistema era composto por câmeras que seguiriam o mesmo esquema de montagem das câmeras reflex, mas sem o sistema de espelho. As câmeras teriam viewfinder eletrônico e o sensor ficaria bem perto da lente. Isso economizaria espaço no corpo do equipamento e as lentes seriam bem menores.

A primeira câmera a chegar ao mercado nesse novo sistema foi a Panasonic DMC Lumix DMC-G1. Embora não tenha sido uma câmera exatamente pequena, o modelo  chamou muita atenção e quase todos os sites elegeram o equipamento como sendo o mais significativo lançado no ano de 2008. Recentemente, a Olympus colocou no mercado a Pen EP1, que a meu ver, seria uma revolução muito maior em questão de design. Câmera que junta a alta tecnologia das DSLR com o tamanho das câmeras compactas. A câmera também foi saudada como sendo um equipamento relevante e está vendendo muito bem nos mercados do primeiro mundo. Porém, ambas são câmera muito caras.

Comprovando essa pequena corrida entre as duas empresas parceiras no empreendimento, a Panasonic está mostrando mais uma câmera baseada no sistema micro-quatro-terços . Como já anunciado anteriormente, ela é um modelo compacto, cerca de 35% menor que a DMC G1 e chega para tentar brigar pelo consumidor que quer um equipamento mais compacto possível. A câmera pesa 285 gramas (apenas o corpo), é equipada com um sensor Live MOS de 12 megapixels, LCD de 3 polegadas com 460 mil pixels de resolução, sistema de limpeza do sensor e faz vídeos em 1280×720 pixels. Legal notar que a câmera possui um flash embutido, coisa que a Olympus não colocou no seu equipamento.

Porém, seguindo a tradição do sistema, a Panasonic Lumix DMC GF1 vai custar um pouco caro. Ela vai estar disponível em outubro em um kit com a nova lente LUMIX G 20mm/F1.7 ASPH custando US$ 900,00. Fico imaginando o preço ao chegar no Brasil.

fonte: Dpreview

Filled Under: Sem categoria

Parece até coisa de piada, mas a situação é bem séria. Um casal de portugueses está processando o Google por causa de uma foto colocada no serviço Google Street View, do Google Maps. O casal vai ingressar com queixa no Departamento de Acção e Investigação Penal acusando o Google de fotografia ilícita e devassa da vida privada. Quem viu a imagem, garante que o casal está com o rosto meio desfocado, mas os reclamantes afirmam que foram reconhecidos por vários parentes e amigos. Juntamente com a queixa, o casal está entrando com um pedido e indenização de 200 mil euros, sendo 100mil para cada um. O Google, em sua defesa, alega que o serviço possui ferramentas de fácil utilização que garantem a retirada de qualquer foto considerada inapropriada.

Embora já tenham existido reclamações dessa natureza envolvendo o serviço do Google, a discussão ainda vai render muitos argumentos de ambas as partes. Alguns podem até acusar o casal de serem oportunistas, mas o que importa mesmo é o que diz a lei. As pessoas tem o direito de manter a sua privacidade e, mais importante o que isso, possuem o direito de não terem a sua imagem vinculada a qualquer serviço sem sua prévia autorização. A Legislação de Direitos Autorais é bem clara nisso e, nesse ponto específico, ela é bem parecida em todos os países. Trocando em miúdos, se o Google quer colocar minha imagem em um de seus produtos, vai ter que me pagar. Apenas apresentar desculpas e retirar a foto do ar não é suficiente.

Fonte: A Bola

Filled Under: Google, Internet

A Microsoft anunciou que lançará três versões do seu software Office, que poderão ser acessadas por meio da internet, para disputar com os produtos da rival Google, lançados há três anos.

As novidades ajudaram a aumentar em 2,7% o valor dos papéis da Microsoft na Bolsa Nasdaq.

Esta é uma das últimas iniciativas para intensificar a disputa entre a Microsoft e o Google. Na semana passada, o Google anunciou um sistema operacional gratuito para competir com o Windows. A Microsoft, por sua vez, introduziu sua nova ferramenta de buscas, o Bing, no mês passado.

“A Microsoft está finalmente fazendo a conversão para o mundo da internet. Primeiro, nós vimos o Bing. Agora estamos vendo a iniciativa do Office”, disse Katherine Egbert, analista da Jefferies & Co.

A companhia ofertará gratuitamente as versões de internet do seu pacote de programas Office, incluindo o editor de textos, tabelas, software de apresentação e um programa de bloco de notas.

A porta-voz da Microsoft, Janice Kapner, informou que a versão gratuita fornecerá uma “experiência muito rica”, e que provavelmente terá mais ferramentas do que os aplicativos do Google.

Uma parceria entre a montadora Fiat e o Google deve levar às ruas paulistanas nos próximos dias a versão brasileira do “Street View”. Inédito no Brasil, o serviço de internet mostra fotos panorâmicas das ruas em 360 e levou controvérsia aos lugares por onde passou.

A Fiat confirma a proposta, diz que “o negócio está bem adiantado e que vai divulgar a parceria nesta semana”. O Google Brasil não confirma o acordo, mas também não nega.

As imagens que vão à internet têm detalhes que vão desde a captura de pessoas até as fachadas e os números das casas.

“Não confirmamos nem negamos. Quando for para divulgar, vamos fazer em grande estilo”, diz Félix Ximenes, um dos diretores do Google no Brasil.

O “Street View” já causou polêmica em outras cidades onde foi lançado por ser considerado invasivo à privacidade e à segurança da população local.

“Tirar fotos de lugares públicos é legal e a proteção dos direitos de imagem é muito importante para a garantia dos direitos civis. As imagem que o Google faz são iguais às que qualquer pessoa poderia fazer se estivesse dirigindo pela mesma rua”, diz Lauren Weinstein, especialista em privacidade do People for Internet Responsability, grupo que discute regulamentações da internet.

“Isso expõe a privacidade das pessoas, mas as próprias câmeras de segurança pública instaladas hoje na cidade de São Paulo já tiram a intimidade dos cidadãos. Por outro lado, esse serviço do Google torna-se também uma ferramenta para o crime”, afirma Sérgio Roque, presidente da associação dos delegados de São Paulo.

Big Brother

O “Big Brother” do Google funciona assim: uma câmera fornece imagens ao “Street View”, que faz a reconstituição fotográfica em 360 de paisagens reais nos mapas do site na internet. Para fazê-lo, a câmera captura milhares de fotos, que são rearranjadas para que o internauta consiga ver e girar com o mouse de um lado a outro dos espaços públicos.

No Reino Unido, moradores revoltados impediram a circulação do carro do Google, que tem uma câmera fotográfica instalada no teto. A polícia foi acionada.

Entre algumas imagens constrangedoras do “Street View” divulgadas pelo Google, logo depois retiradas do ar, estão a de um homem abordando uma prostituta numa calçada da Espanha e a de um pedestre britânico vomitando na rua.

Na Holanda, um jovem roubado em setembro do ano passado identificou os ladrões depois de ter se reconhecido em março deste ano na foto capturada pelo carro do Google.

Filled Under: Google, Internet

pirate-bay

O Pirate Bay, site famoso na internet para troca de arquivos, tem tudo para se tornar o próximo Napster –serviço para compartilhamento de MP3 que ganhou fama no fim dos anos 1990, recebeu um grande volume de processos da indústria fonográfica e não resistiu à “regularização” do conteúdo.

Hoje, a empresa sueca Global Gaming Factory X AB anunciou a compra do Pirate Bay, compra Pirate Bay e promete “legalizar” site pelo equivalente a US$ 7,8 milhões e afirmou que deve criar um novo modelo de negócios para o site, pagando os direitos de provedores de conteúdo e detentores de direitos autorais.

Mudança

Em nota, a GGF afirma que espera desenvolver “novos modelos de negócio que permitam compensar os produtores de conteúdo e detentores de direitos autorais”.

“Nós gostaríamos de introduzir modelos que envolvam o pagamento de provedores de conteúdo e donos de direitos autorais pelo que é baixado no site”, afirma Hans Pandeya, executivo-chefe da empresa, em nota.

“Parece que eles vão ‘napsterizar’ o Pirate Bay”, afirma Leigh Ellis, analista da empresa Gillhams Solicitors para assuntos relacionados à propriedade intelectual. Mark Mulligan, da empresa de pesquisas Forrester, diz que muitos dos 22 milhões de usuários do portal devem migrar para outros serviços de download gratuito.

“No fundo, a maior parte das pessoas que usam sistemas de compartilhamento de arquivos escolhe essa opção porque é grátis. Eles não vão começar a pagar só porque os donos têm um novo modelo de negócio”, diz.

Queda

O Napster original, por exemplo, ajudou a fundar o mercado de música de música digital nos anos 1990, com um serviço de compartilhamento de arquivos, que foi fechado após um processo judicial empreendido pela indústria fonográfica. O nome foi comprado e reestruturado como uma loja legalizada, que nunca conseguiu fazer sombra para o iTunes, loja virtual da Apple.

No ano passado, a rede de varejo norte-americana Best Buy fechou um acordo para comprar o Napster, por US$ 121 milhões, em dinheiro, e hoje o sistema funciona oferecendo músicas de forma legal, mas sem muita popularidade.

Em post no blog do Pirate Bay, os responsáveis pelo site afirmam que a decisão de vendê-lo está relacionada à capacidade de investimento. “Como todos sabem, não houve muitas novidades no site nos últimos dois, três anos. É essencialmente o mesmo site. Na internet, as coisas morrem se não evoluem. Não queremos que isso aconteça”, diz o texto.

Segundo eles, o lucro com as vendas será destinado a uma fundação que vai colaborar com outros projetos relacionados à “liberdade de expressão, liberdade de informação e a abertura da internet”.

O desafio do Pirate Bay é não se tornar apenas mais um serviço pago para download de arquivos.

Filled Under: Internet, Mundo

8155

A Apple informou que Steve Jobs, 54, executivo-chefe da empresa, está de volta ao trabalho, após seis meses de licença para tratamento médico. Desde que se ele se afastou do cargo, em janeiro, já era esperado que Jobs, que passou por um transplante de fígado recentemente, retomasse suas funções em junho.

“Steve voltou ao trabalho”, afirmou um porta-voz da empresa. “Ele vai estar na Apple em alguns dias da semana. E vai trabalhar em casa no resto do tempo.”

Tim Cook, chefe de operações da Apple, estava no comando da empresa durante a licença do executivo. Em janeiro deste ano, o executivo anunciou que tiraria uma licença para descansar, a fim de se recuperar de uma doença que o tinha feito perder muito peso.

Na época ele explicou que seus problemas de saúde tinham origem em um desequilíbrio hormonal e que o tratamento era “simples e singelo”.

Entretanto, uma semana depois ele anunciou, por meio de comunicado aos colaboradores da Apple, que os médicos haviam verificado que seu problema de saúde era mais complexo do que havia imaginado, por isso se licenciaria.

Na semana passada, um hospital do Tennessee (EUA) confirmou que Jobs passou por um transplante de fígado, mas agora está bem e recebeu “excelentes prognósticos” dos médicos. Quando recebeu o transplante, Jobs tinha uma doença no fígado em estágio bastante avançado.

Seu afastamento e os poucos detalhes divulgados sobre a doença de Jobs geraram especulações e preocupação entre alguns investidores, provocando a desvalorização das ações da empresa.

Em 2004, Steve Jobs descobriu que sofria de um tipo raro de câncer no pâncreas. O tumor foi retirado após uma cirurgia considerada bem-sucedida, mas a informação sobre o assunto só foi divulgada quando ele já estava em tratamento.

Filled Under: Apple

O “hype” em torno do Twitter é maior que a realidade. A ferramenta ainda é bem pequena e, antes de a apresentadora Oprah Winfrey se juntar ao microblog, apenas 8% dos norte-americanos entre 18 e 34 anos disseram usar a ferramenta.

Além disso, os usuários não costumam voltar muito ao site, aponta Steve Rubel, diretor de insights da Edelman Digital.

“Isso me leva a crer que o Twitter está atingindo um ponto alto porque atraiu a maioria das pessoas que quer viver em público. O Facebook, por sua vez, permite mais intimidade”, disse à Folha Rubel, que é uma espécie de analista de tendências sobre o futuro da tecnologia.

Ele acredita que o microblog deva crescer bruscamente por seis a nove meses e, depois disso, ficar em nível estável. O que deve atrair mais usuários é a possibilidade de postar a partir de múltiplas plataformas –via internet, aplicativos e celulares. E, também, a possibilidade de construir uma comunidade lá dentro.

Rubel aponta, também, os contras do Twitter. “É difícil acompanhar as conversas, há muito barulho, confusão, desordem. E, em alguns casos, tudo se torna muito breve.”

Apesar do burburinho, o Twitter ainda não dá dinheiro significativo para seus criadores. E, para Rubel, é difícil conseguir somas significativas porque usuários de internet são muito instáveis -usam assiduamente um serviço e, pouco tempo depois, migram para outro.

O que o Twitter já fez, no entanto, foi construir uma plataforma que desenvolvedores adoram -não é à toa que existem diversos sites inspirados nele.

“Se eles investirem nesse ecossistema, mudam o jogo. De repente, o Twitter não é mais um site. De preferência, se torna o primeiro sistema operacional da rede”, diz.

O Twitter será para comunicação on-line o que a Microsoft é para os PCs, a Apple e a BlackBerry para os telefones celulares e o Google, para as buscas, acredita ele.

O investimento na plataforma fará com que o Twitter não se preocupe com o mercado de publicidade, sempre cíclico, nem com os consumidores volúveis. Quem quiser ser o próximo Twitter, portanto, terá que fazer uma ferramenta aberta para desenvolvedores.

“Marqueteiros têm que abraçar a ideia de que seus compartilhamentos e suas informações, mais do que sua marca, se tornarão a maneira principal de tomarmos decisões. As principais recompensas irão para aqueles que abraçarem mais comunidades e participarem delas com credibilidade”, diz.

Filled Under: Internet, Twitter